11-16 (Culture of the Teutons)

[Por Vilhelm Grönbech – Tradução de Sonne Heljarskinn]

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Externamente, os nórdicos parecem ter algo da mesma violência elementar, não refletida, a mesma inquietude apreensiva que levou o mundo culto a carimbar seus parentes do sul como bárbaros. Impiedoso e impulsivo, para não dizer obstinado, em sua auto-afirmação, agindo no fôlego do momento, mudando de um plano para outro – a mente política fria poderia encontrar semelhança considerável entre os bandidos germanos e os piratas do norte. Mas nosso conhecimento mais íntimo nos permite discernir a presença de uma vontade controladora e unificadora sob o exterior inquieto. O que, à primeira vista, aparece, mas sem vislumbre mostra, em uma inspeção mais próxima, como uma luz mais estável. Na realidade, esses vikings têm muito pouco dessa falta de direção que pode ser caracterizada como natural. Há mais de economia calculadora neles do que de mera força gastadora. Os homens têm claros em suas mentes tanto fim e meios, vontade e poder. Embora pareçam estar se afastando em direção a um objetivo definido, eles ainda têm dentro de si um objetivo que não se desvia como a bússola, inalterável por mais que eles possam virar.

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Introdução: Cultura dos Teutões [5-10]

[Por Vilhelm Grönbech – Tradução de Sonne Heljarskinn]

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Introdução

O termo germânico é normalmente usado para denotar o tronco racial do qual os escandinavos, os alemães modernos e os ingleses, são ramificações. O próprio nome é provavelmente de origem externa, dado por estranhos.

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