Forn siðr, um costume de múltiplas origens

Por Gabriel O’Dubhghaill

Gostaria de expor aqui algumas ideias que venho matutando ao longo das minhas pesquisas sobre o paganismo germano-escandinavo. Resumindo, minha hipótese é que os costumes pagãos que tentamos acessar tem origens em diversos de povos, cada qual contribuindo para diferentes aspectos do forn siðr.

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Political power and military potential in Roman period Norway

Written by Frans Stylegar. Archeolog and director of Varanger Museum In Norway, at Hvergelmir International.

The court site (tunanlegg, ringformet tun) – i.e. a number of houses placed side by side in a circle (or circle segment), each of the buildings featuring an entrance in the short wall facing the open courtyard in the centre – is a well-known type of site in Norwegian Iron Age archaeology. More than 20 court sites dating from the Early Roman period and later are found along the Norwegian coast from Agder in the Southeast to Troms in the North. In the following text, I put forward some arguments for interpreting these monuments as being integral to military organisation in Roman period Norway, and suggest a connection with the so-called ‘Illerup horizon’ in the Danish bog offerings.

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Honra: “Eu não penso que a palavra significa o que você pensa que significa”

 

Por Christopher Scott Thompson
Publicado originalmente em Gods and Radicals 

Tradução de Gabriel O Dughghaill

O tema da “honra” é de interesse para alguns heathens e pagãos, especialmente aqueles que se vêem num “caminho de guerreiro”.

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Ēostre, Ostara, Páscoa

Escrito por Andreia Marques
Publicado originalmente em Heathen Brasil

Todo ano, mais ou menos nessa época, inevitavelmente aparece alguém do meio pagão associando a celebração da Páscoa com a deusa saxônica Ēostre (e agora, mais ou menos frequentemente, à deusa Ishtar). Daí surgiu a ideia desse post, para esclarecer algumas coisas.

Primeiramente, é fato que na língua inglesa o que chamamos “Páscoa” se chama “Easter”, e é quase certo que “Easter” vem de Ēostre, significando “aurora”. É fato que havia um mês do ano, Ēosturmōnaþ, que supostamente seria dedicado a esse deusa. Sabemos disso única e exclusivamente através do relato do Venerável Bede, do século VIII, em seu De temporum ratione. Neste relato, Bede diz que os pagãos anglo-saxões celebravam a deusa no mês de Ēosturmōnaþ:

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Bindrunes Nórdicas

Publicado originalmente por Justin Foster.
Tradução por Sonne Heljarskinn.

Runir Seu Danica, O Worm, 1651, p117.
Runir Seu Danica, O Worm, 1651, p117.

A palavra bindrune significa a ligação [binding] de duas ou mais runas. Elas ocorrem intermitentemente em escritos rúnicos, no entanto, era predominante em escritos nórdicos e raramente em anglo-saxões. A finalidade usual era abreviar a escrita mas em alguns casos foi usada esconder o que foi escrito.

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A Nossa Religião É Uma Religião Agrária

Publicado originalmente em Wyrd Designs (Https://wyrddesigns.wordpress.com/2016/02/16/ours-is-an-agricultural-religion/)

Traduçao de Heitor Gomes

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A nossa religião não é apenas uma religião de guerreiros, mas infelizmente isso é o mais alardeado. Nossa religião é uma religião AGRICULTURAL. Se você verdadeiramente examinar todos os nossos ritos e datas sagradas, eles se enfocam em vitalidade e sobrevivência, e portanto, especialmente nas principais épocas sagradas, conectam com momentos chave de uma cultura agrária, da colheita até a organização dos animais. Sim, nós honrávamos os ancestrais e usávamos nosso tempo honrando aqueles que morreram em bom serviço à comunidade. Mulheres que morriam no parto eram TÃO altamente honradas quanto homens que morriam em batalha em algumas comunidades. Um poeta ou skáld poderia ter honras tão altas quanto qualquer guerreiro, etc…

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