Óðinn – or Sky-daddy and the world of grievous bodily harm.

A speculation upon the malformation of a deity.

Written by Einar V. Bj. Maack, of Hvergelmir International

Óðinn is a popular god among Heathens and people that adhere to Germanic culture or religion.
Even so much that that there are people that treat Óðinn as some sort of replacement Jehova or cling to him only, ignoring the rest of the Germanic pantheon. Continue a ler “Óðinn – or Sky-daddy and the world of grievous bodily harm.”

Os Landvaettir

The Spirit of the Forest. Unusual tree found in the mountains of Bulgaria. Photo: Deyan Kossev
Espírito da Floresta. Árvore incomum encontrada em montanhas da Bulgária. Foto: Deyan Kossev

 

Por Sarenth Odinson em inglês. Tradução por Wander Stayner.

Pedi sugestões de tema sobre os quais eu pudesse escrever, e meu amigo Rhyd Wildermuth do Paganarch me pediu que escrevesse sobre os landvaettir.

Os Landvaettir são espíritos da terra. Podem ser tão grandes quanto uma cidade inteira, se extender ao comprimento de um vale, ou ser tão grandes quanto uma montanha. Podem ser árvores ou pedregulhos milenares, ou pequenas pedras e pedaços de terra. Eles são o espírito vivo da terra em si. Compartilhamos cada centímetro e cada momento de nossas vidas com os landvaettir. Eles estão nas fazendas, na selva e nas cidades. São o nosso lar, e a variedade de materiais nos quais eles se dividem; eu os chamo housevaettir. Continue a ler “Os Landvaettir”

Sunnôniz Fulka Herþaz: Um lar Heathen

Já faz pelo menos seis anos que iniciei minha caminhada através do paganismo. Nessa jornada, sempre habitando fora dos grandes centros de convergência de pessoas que se autodenominam pagãs, fui obrigado a seguir um caminho solitário, e , não importa quão paradoxal isso que seja, extremamente dependente da internet.

A grande verdade é que durante a maior parte da minha curta caminhada no paganismo eu entendia muito pouco do que era ele à exceção de mitologia. Deus disso, deus daquilo. Isso se devia principalmente a um grave problema: minha dependência praticamente exclusiva do português como fonte de informação. Continue a ler “Sunnôniz Fulka Herþaz: Um lar Heathen”

Então você quer ser um heathen

Escrito por Räv Skogsberg em 2 de Fevereiro, 2017 (trad. por Wander Steyner)

Recentemente, em um grupo do Facebook do qual faço parte, um amigo me fez uma pergunta: “Digamos que alguém se interesse em se tornar Pagão Nórdico; que conselhos e sugestões você daria?” Este é um tema que considero muito importante, e como respondemos a essa questão diz muito do que o Paganismo representa para nós. Sendo Pagão Sueco, há coisas para as quais minha resposta não funcionará em outros países – diferenças societárias e culturais podem interferir, ou a forma como o Paganismo funciona nesses lugares pode ser muito diferente. Ainda assim, vou arriscar. Continue a ler “Então você quer ser um heathen”

Primeiro Ensaio sobre a Simbologia de Hel

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Por Sonne Heljarskinn
Publicado originalmente em 14 de abril de 2016, no facebook.

Hel é uma poderosa figura na mitologia nórdica, o que provavelmente reflete sua importância no imaginário popular. Em contrapartida ela possui muito poucas menções nos textos que chegaram até nós. Apesar disso, desenvolve um papel fundamental em toda a mitologia, especificamente em seu envolvimento nos trechos que relatam a morte de Balder. Continue a ler “Primeiro Ensaio sobre a Simbologia de Hel”

Blót

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Texto por Andarilho

Trouxe para vocês aqui uma das muitas possibilidades para se fazer um Blót, lembrando que cada grupo ou pessoa pode fazer de maneira diferente, e existem infinitas possibilidades para se fazer um Blót, das quais se pode adotar algumas. Dedico este post aos iniciantes e aos que tem curiosidade, mas para realizar o ritual, antes de mais nada, deve-se pesquisar é claro e ver como outros fazem o ritual e o que cada coisa significa, para se ter uma ideia. E aqui uma das possibilidades de uma maneira bem resumida: Continue a ler “Blót”

Cultuando os deuses

Texto de Diana L. Paxson. Originalmente publicado em IDUNNA 20, 1993. Traduzido a partir do site do Hrafnar por Sonne Heljarskinn com auxílio de Raendel.

Veiztu hvé rista skal, veiztu hvé ráða skal?
veiztu hvé fá skal, veiztu hvé freista skal?
veiztu hvé biðja skal, veiztu hvé blóta skal?
veiztu hvé senda skal, veiztu hvé sóa skal?
(“Havamál”: 144)

Entre as estrofes mais conhecidas do Hávamál está aquela citada acima, que resume as competências necessárias para runas e religião. Os dois primeiros versos, em que o Altíssimo se refere à inscrição, leitura, coloração, e interpretação das runas, são frequentemente citados. O segundo par de linhas é menos familiar, mas os verbos utilizados contêm a essência da prática religiosa germânica. O primeiro, bithja, tem uma relação próxima com o inglês “bid” e é geralmente traduzido como “pedir” (ask). De acordo com Grimm, o termo tem a implicação de súplica. A segunda, blóta, refere-se ao sacrifício em que o sangue foi usado para abençoar as pessoas e a carne comida depois de ter sido dedicada aos deuses. O terceiro verbo, senda, pode ser traduzido como “enviar”, com a implicação de que se trata de passar a mensagem aos deuses, enquanto o quarto, sóa, significa fazer uma oferta que é, em certo sentido “dilapidada”, talvez algo que é destruído ou deixado aos elementos ao invés de ser compartilhado. Juntos, eles resumem as principais maneiras em que as pessoas do Norte cultuavam seus deuses. Continue a ler “Cultuando os deuses”

Três Abordagens para o Culto Ancestral no Heathenry Moderno

Tradução do inglês para o português por Sonne Heljarskinn.

Kari Tauring e eu estávamos um escrevendo ao outro hoje sobre o culto dos ancestrais e a identidade cultural, e isso trouxe à mente três diferentes abordagens que existem dentro do Heathenry moderno para honrar nossos ancestrais. A maioria dos heathens realmente usam todas as três abordagens, mas a maioria se concentra em um (ou talvez dois) deles como sua principal abordagem para honrar seus ancestrais. Eu acho que seja útil examinar todas as três abordagens e discutir os benefícios de cada uma. Eu progredirei na ordem do menos pessoal para o de natureza mais pessoal. Continue a ler “Três Abordagens para o Culto Ancestral no Heathenry Moderno”