“Ah… mas e o Valhalla”: Equívocos Sobre o Pós-vida Heathen e o “Quase Monoteísmo” Odinista

Texto por Sonne Heljarskinn

É totalmente natural que, quando passamos para o heathenism, tragamos muitos vícios de nossa visão de mundo cristã. Não se sinta ofendido: somos uma minoria entre uma esmagadora e enraizada sociedade moldada sob parâmetros católicos ou cristãos. Eu e você, todos nós, possuímos, em maior ou menor grau, em pontos diferentes, resquícios desse modo de ver o mundo dos cristãos. Aqui eu quero comentar sobre dois fenômenos que vejo muito em comentários na internet: prender-se a uma visão metafísica de Valhalla e um quase “monoteísmo” de Odin. Continue a ler ““Ah… mas e o Valhalla”: Equívocos Sobre o Pós-vida Heathen e o “Quase Monoteísmo” Odinista”

Heathens contra o ódio: Entrevista exclusiva com o Sumo Sacerdote da Associação Pagã Islandesa

O ALLSHERJARGOÐI Hilmar Örn Hilmarsson (no centro), o sumo sacerdote da Associação Pagã Islandesa argumenta que aqueles que vêem a Ásatrú como uma religião de militarismo, derramamento de sangue e adoração de heróis estão vendo isso através do prisma do nacionalismo alemão do século XIX, e não da Edda Poética. Foto/Stefán Karlsson.
O ALLSHERJARGOÐI Hilmar Örn Hilmarsson (no centro), o sumo sacerdote da Associação Pagã Islandesa argumenta que aqueles que vêem a Ásatrú como uma religião de militarismo, derramamento de sangue e adoração de heróis estão vendo isso através do prisma do nacionalismo alemão do século XIX, e não da Edda Poética. Foto/Stefán Karlsson.

Por MAGNÚS SVEINN HELGASON. Tradução de Sonne Heljarskinn. Link  of the original english post.

This is a non commercial translation. Continue a ler “Heathens contra o ódio: Entrevista exclusiva com o Sumo Sacerdote da Associação Pagã Islandesa”

Da Bárbarie à Civilização?

Por MARIA KVILHAUG em inglês. Tradução de Seaxdēor.

Notas com comentários de investigação de fonte secundária por Maria Kvilhaug.

Há muito que se presume que a conversão, que aconteceu durante a Era Viking, ou seja, entre 800-1030 da era comum, marcou uma mudança da barbárie Heathen à civilização cristã nos países do norte. Gro Steinsland [1] faz a pergunta, afinal; É essa visão realmente precisa? Isso é verdade? Continue a ler “Da Bárbarie à Civilização?”

“Pureza Racial” na Ásatrú

Como o NORSKK define a si mesmo:
Como o NORSKK define a si mesmo: “Somos uma irmandade Víkingar dos dias modernos vivendo nas tradições ancestrais nórdicas pré-cristianização, incluindo o Víkinga Code: coragem, honra, força, fraternidade, lealdade, integridade, Disciplina, Determinação, Simplicidade. Compartilhamos nossas tradições ancestrais, nossas habilidades e nossa sabedoria para torná-lo um verdadeiro Víkingr, ou podemos usá-las para garantir sua sobrevivência em ambientes agressivos ou hostis”.

“Pureza racial”, um conceito ao qual aderiram os grupos folkish, não faz parte da Ásatrú, nossa história, cultura, ou tradições. Continue a ler ““Pureza Racial” na Ásatrú”

Homossexualidade na Ásatrú

Como o NORSKK define a si mesmo: "Somos uma irmandade Víkingar dos dias modernos vivendo nas tradições ancestrais nórdicas pré-cristianização, incluindo o Víkinga Code: coragem, honra, força, fraternidade, lealdade, integridade, Disciplina, Determinação, Simplicidade. Compartilhamos nossas tradições ancestrais, nossas habilidades e nossa sabedoria para torná-lo um verdadeiro Víkingr, ou podemos usamo-los para garantir sua sobrevivência em ambientes agressivos ou hostis".
Como o NORSKK define a si mesmo: “Somos uma irmandade Víkingar dos dias modernos vivendo nas tradições ancestrais nórdicas pré-cristianização, incluindo o Víkinga Code: coragem, honra, força, fraternidade, lealdade, integridade, Disciplina, Determinação, Simplicidade. Compartilhamos nossas tradições ancestrais, nossas habilidades e nossa sabedoria para torná-lo um verdadeiro Víkingr, ou podemos usá-las para garantir sua sobrevivência em ambientes agressivos ou hostis”.

Pessoas folkish[1] amam referir-se a algum trecho da Germânia de Tácito, o que sugere que a homossexualidade foi condenada por algumas tribos germânicas. Eles também apontam para a existência de duas múmias do sexo masculino no pântano de Weerdinge na Holanda, alegando que eles foram mortos porque eles eram homossexuais. Eles ainda parecem convencidos de que sabem o significado dos textos em nórdico antigo melhor do que ninguém, incluindo aqueles de nós que compreendem verdadeira e atualmente o nórdico antigo. Continue a ler “Homossexualidade na Ásatrú”

Vardlokkur – A Canção da Völva

As Nornas, de Siegfried e o Crepúsculo dos Deuses. Arthur Rackham Fonte: Wikimedia Commons
As Nornas, de Siegfried e o Crepúsculo dos Deuses. Arthur Rackham. Fonte: Wikimedia Commons

Publicado originalmente em inglês por Pollyanna Jones. Tradução para o português de Sonne Heljarskinn.

As Videntes Nórdicas

A mitologia nórdica dá muitos exemplos de manipuladores de magia, e tecelões do destino. Alguns dos mais notáveis deles são as völvur. São mulheres que viajam por todos os lugares, geralmente com um assistente, que iria oferecer suas habilidades para uma família. Parece que sua vinda era um grande evento, e esforço era feito para garantir que elas fossem bem recebidas. Pois se essas mulheres realmente comungavam com os espíritos e tinham o poder de manipular o destino e a sorte de uma pessoa, seria imprudente desagradá-las. Continue a ler “Vardlokkur – A Canção da Völva”

Símbolos Secretos das Bruxas da Islândia

(No sentido horário a partir do canto superior esquerdo) 1. Draumstafir - para sonhar com desejos insatisfeitos, 2. Svefnthorn - coloca-se sobre o travesseiro de alguém para o fazer dormir, 3. Óttastafur - para colocar medo em um inimigo, 4. Lukkustafir - má sorte ou prejuízo não virá a qualquer um usá-lo. Fonte: O Manuscrito Huld
(No sentido horário a partir do canto superior esquerdo) 1. Draumstafir – para sonhar com desejos ainda não realizados, 2. Svefnthorn – coloca-se sobre o travesseiro de alguém para o fazer dormir, 3. Óttastafur – para colocar medo em um inimigo, 4. Lukkustafir – má sorte ou prejuízo não virá a qualquer um usá-lo. Fonte: O Manuscrito Huld

Publicado originalmente em inglês por Pollyanna Jones. Tradução de Sonne Heljarskinn.

Grimórios e livros secretos de feitiços sempre tiveram o poder de exaltar a imaginação. De ocultistas vitorianos a fãs de Harry Potter, um livro empoeirado cheio de símbolos estranhos é uma descoberta rara e maravilhosa. Uma série de achados da Islândia foi recentemente publicado e possui muitos “símbolos” que são agora bem conhecidos entre os fãs da tradição nórdica. Mas eles são realmente Vikings? E o que esses livros nos dizem sobre as pessoas que os escreveram? Continue a ler “Símbolos Secretos das Bruxas da Islândia”