Primeiros passos na Ásatrú: Introdução ou Iniciação ao Paganismo Germânico e Nórdico

Sonne Heljarskinn

Por onde começar? O que devo fazer? Como funciona a religião Ásatrú? Como ser um pagão nórdico? Com esse texto me proponho a apresentar, do meu ponto de vista, respostas e um norte para aqueles que estão tendo seus primeiros contatos com o paganismo nórdico.

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Você pode gostar também do Ættarbók, uma Introdução ao culto doméstico (hearth cult).

Então você está querendo conhecer o paganismo nórdico, e está cheio de medos, incertezas  e questionamentos, tais como: O que é a Ásatrú? Por que eu deveria me aproximar de uma religião “morta”? O que o paganismo tem a oferecer? São tantas e tantas perguntas no início, mas, ao final dessa nossa breve e superficial exposição pretendo responder, de maneira provisória, pelo menos essas três questões. Não sei como você chegou aqui, só espero que seja bem-vindo (pelo menos por enquanto). Você está lidando com uma religião reconstrucionista, o que significa que não existe uma instituição oficial reguladora e dogmatizada, mas bebemos nas fontes de estudos arqueológicos, literários, linguísticos etc, para construir um corpo de ideias que possamos seguir, em vista de restaurar, tanto quanto nossas lacunosas fontes permitam, um sistema de crenças, rituais, valores e visão de mundo o mais aproximado possível dos antigos povos germânicos, no nosso caso, em especial dos nórdicos islandeses. Continue reading “Primeiros passos na Ásatrú: Introdução ou Iniciação ao Paganismo Germânico e Nórdico”

Weapon graves in Iron Age Norway (1-550 AD)

Written by Frans Stylegar, Archeolog and director of Varanger Museum In Norway, at Hvergelmir International

The present paper deals with a minority of burials in Roman (B-C) and Migration period (D) Norway, namely the ones containing weapons. Its aim is two-folded: 1) to present an overview of this material to non-Norwegian colleagues, and 2) to discuss the significance of the weapon burial rite in its Scandinavian and North European context. Regarding the first, I intend to focus on the chronology, regional distribution and typology of burials with weapons. As for the latter, the emphasis will be on weapon graves as evidence both of the militarisation of barbarian society in general and more specific of warlike relations between the Roman Empire and the northern Germans, particularly the question of Scandinavian auxiliaries in the Roman army.

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Wyrd, the Will and the Choice

By George Herda, Vitki of Hvergelmir International, shared with permission

“Deserves it! I daresay he does. Many that live deserve death. And some that die deserve life. Can you give it to them? Then do not be too eager to deal out death in judgement. For even the very wise cannot see all ends.”

— Gandalf, The Fellowship of the Ring (The Lord of the Rings, #1)

Does it seem odd, that I start a discussion on Wyrd with a quote from a work of fiction? And yet, what comprises lore? Fiction — stories — comprise lore. To say otherwise, would infer that Non-fiction — references — comprise lore. It would lead to largely unsupported claims, such as claiming that mythology contains falsifiable facts as well as poetic truth.

And, what comprises scholarship on Wyrd? I daresay, lore comprises much of it. And J.R.R. Tolkien, the author of the above quote, researched some of it. At least, he researched some Anglo-Saxon aspects of it, and this discussion carries an Anglo-Saxon bias.

I found a webpage early in research for this discussion, and speaking honestly, it provides basic insights for those with basic questions about Wyrd.

Read it, consider it, and if it satisfies your questions about Wyrd, then you need not persue this discussion further.

For those with further questions, read on…

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Crer nos deuses certos ou agir corretamente?: Um dilema na Ásatrú

Por Sonne Heljarskinn

Tentarei, por vários motivos ser breve neste texto. Por isso alguns pontos serão aprofundados apenas futuramente.

Esse texto será apenas um amontoado rápido de questionamentos. Espero que sirva para causar reflexão tanto em pagãos recentes, ou mesmo naqueles que são filhos de pagãos. Continue reading “Crer nos deuses certos ou agir corretamente?: Um dilema na Ásatrú”

Povos Germânicos

Texto por Andreia Marques
Publicado originalmente em Heathen Brasil

Uma coisa que vocês já devem ter percebido, é que eu falo muito em “povos germânicos”. Povos, porque são muitos. Germânicos, porque compartilham de um traço em comum — esses povos idiomas que fazem parte de uma família linguística comum, a chamada família germânica. Continue reading “Povos Germânicos”

Óðinn – or Sky-daddy and the world of grievous bodily harm.

A speculation upon the malformation of a deity.

Written by Einar V. Bj. Maack, of Hvergelmir International

Óðinn is a popular god among Heathens and people that adhere to Germanic culture or religion.
Even so much that that there are people that treat Óðinn as some sort of replacement Jehova or cling to him only, ignoring the rest of the Germanic pantheon. Continue reading “Óðinn – or Sky-daddy and the world of grievous bodily harm.”

O meu caminho até o culto doméstico (hearth cult)

Por Sonne Heljarskinn

Sunnôniz Fulka Herthaz

Geralmente faço textos bem objetivos, sobre aspectos generalistas da visão de mundo dos antigos povos germânicos, mas hoje a conversa é mais pessoal. Tenho estado um pouco afastado da escrita pois estou sem PC. Isso me deu a oportunidade de ler e viver muitas coisas, as quais eu gostaria de compartilhar com você. Continue reading “O meu caminho até o culto doméstico (hearth cult)”

Urðr, örlög, destino

Texto de Andreia Marques
Publicado originalmente em Heathen Brasil

Certa vez, uma amiga me contou a seguinte estória: imagine que você está viajando, e você tem que atravessar um grande campo. Seu objetivo é atravessar este campo, mas você pode fazê-lo de várias maneiras: você pode escolher atravessar as montanhas, pode seguir o curso do rio, pode caminhar pelas áreas planas, etc..

E pode ser que não lhe seja dada uma escolha, e você realmente tenha que seguir um determinado caminho. As circunstâncias nem sempre estão sob seu controle, afinal.

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